A geração Z é a geração da multiculturalidade, do derrube de barreiras entre géneros e raças.

Nascidos entre o início dos 2000 até cerca de 2011, é a geração do #freemium, onde (quase) tudo é acessível online e sem custos. Filhos de pais mais velhos e com menos filhos, os indivíduos desta geração são criativos, fazedores, orientados na sua carreira, focados no seu próprio sucesso. São também realistas, auto centrados mas ao mesmo tempo vivem num mundo de colaboração, de simbiose onde se dá e recebe em troca. Os conteúdos produzidos por eles mesmos têm primazia sobre o que as marcas produzem e esperam que as marcas os incluam no processo de criação. São cada vez mais impacientes e “no momento”. São a geração dos smartphones, das apps e dos #emojis. Veem a tecnologia como uma parte de si mesmo, uma extensão do seu eu para o mundo. Levam o lado multitasker da geração Y ao extremo, sendo natural para eles usarem várias tecnologias ao mesmo tempo. O smartphone é o meio de eleição e a sua utilização está pela primeira vez a par com a utilização de computador em termos de tempo despendido. Usam cada vez menos rádio e imprensa comparativamente com as gerações anteriores. Redes sociais privilegiadas são Youtube, Snapchat e Instagram.

 

Sandra Alvarez Baptista, Managing Director at PHD worldwile – Portugal