Foto de pt.northrup.org

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Há 2 tipos de Inovação: a que olha para a galinha da vizinha e a que se dedica a criar faisões.

Toda a gente come frango, franguinho, frango do campo… Mas: faisão? Quem comeria? a que preço? em que novas receitas? …. e começa todo um novo #Storytelling!

1º mandamento da Inovação segundo eu:

” Não é por muitos, ou mesmo todos, acharam algo que o torna bom, bem, certo ou verdadeiro.” A verdadeira Inovação surge sempre fora do padrão. É de resto o que justifica a existência de consultores externos a trabalhar em projetos de Inovação: pessoas com desassombro e capazes de fazer “perguntas parvas”… questionar aquilo que “sempre se soube” e que “sempre foi assim”.

Inovação não é ter muitas ideias, novas ideias. Isso é, quanto muito, criatividade.

Mas novas ideias podem ser imitadas.

Inovação é uma cultura empresarial, sustentável, que alinha a sua proposta de valor e produtos com as Pessoas: consumidores, clientes, consumidores, parceiros, fornecedores e público em geral. Isto é difícil de imitar.

Inovação é the best way to have the job done; sendo o Job o #EstadoDeNecessidadeDoConsumidor e por/para onde as tendências o irão levar. Por isso a Inovação deve ser #DrivenByTrends, de modo a ela própria vir a constituir #Tendência.

A #Inovação como cultura transversal nas organizações: em produto e processo, design de novos modelos de negócio, ativação das vendas com novas abordagens aos mercados, iniciativas Taylor Made para #EstadosDeNecessidade específicos.

Só há Inovação em empresas com uma Cultura de inovação, em toda a linha, pois #Inovação pode ser:

  • Uma melhoria num processo
  • Fazer mais barato
  • Mais criativo
  • Mais simples / mais funcional
  • Mais customizado aos clientes
  • Mudar/alargar o target
  • Responder a novos estados de necessidade
  • Novas abordagens de comunicação

 

Como se consegue um ambiente organizacional propício à #Inovação?

 

Com modelos de #GestãoColaborativa: toda a organização motivada na procura do #NextBigThing, uma cultura de #Intrapreneurship que partindo do Mapa da realidade de hoje – o existing business e conhecedora do contexto, das tendências e especialmente atenta às com maior relevância para o negócio tem a capacidade de sair do paradigma, de questionar o conhecimento e #ImagInovar o futuro.

A Organização como um todo quer conhecer o consumidor. Aprofundar a relação com ele. Identificar novos #EstadosDeNecessidade que o negócio possa satisfazer. Identificar novos consumidores com novos #EstadosDeNecessidade. Perceber a psicologia do consumidor e dos mercados. Do nosso e de mercados com afinidades -pode ser nestes que esteja o #NextBigThing. A nossa capoeira pode não estar a precisar de galinhas mais gordas… se calhar existem é grandes oportunidades para vender faisões!