Mês: Janeiro 2018

O Mário Soares não podia é com os chatos! Eu também não!

Vocês os que não gostam de futebol e não têm Sport TV vêem o quê na televisão?  Nos últimos dias resolvi ver, para além do #GovernoSombra e o #EixoDoMal, uma data de programas de debate e opinião: “O outro lado”, a “Quadratura do Círculo”, o “Sem Moderação”, “O último apaga a Luz” e mais um ou outro de que já nem me lembro o nome. Que Chatos! Basta ver um. Falam todos dos mesmos temas. Os comentadores são uns maçadores, fazem de si próprios dizem as banalidades que já se adivinhavam Há comentadores repetidos em vários programas, onde, para além de comentarem os mesmo temas dizem exatamente as mesmas coisas. Em canais diferentes. Tirando o Lobo Xavier e o Luis Pedro Nunes vestem-se pessimamente e os casacos não “assentam”. Destes programas todos da última semana ficou: A frase do Jorge Coelho a propósito do Ex-Presidente e da sua relação com as pessoas – “O Mário Soares interessava-se por tudo. Só não podia é com os chatos”. O Luis Pedro Nunes tanto no Eixo como no “Inferno” do Canal Q é o único que tem abordagens interessantes, originais e traz novidades. Vive (n)o mundo de Hoje. Uma abordagem para mim muito significativa: José Eduardo Martins sublinha #EssênciaDePortugal” e a originalidade da “Geringonça”, fora do paradigma europeu que fez emergir uma série de novos partidos europeus, alargando as “extremas”, o que não acontece em...

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O pior das resoluções de ano novo – a rabugice dos que querem parar de fumar

Sou virgem. De cigarros. Nunca fumei, nem sequer uma passa, zero, niet, jamé…! Das coisas mais inteligentes que (não) fiz na vida. É menos um cliché nas new year’s resolutions. Ao contrário de meio mundo que começa a listinha com o velho “Deixar de Fumar”. A grande entrance deste ano nessa resolução foi o gigante do tabaco Philip Morris, dona, entre outras, da Marlboro. Ciente do cerco cada vez mais apertado a PM lançou a partir de UK uma nova visão game changer infletindo o rumo com uma visão  de assegurar a perenidade do negócio. A campanha “Our New Year’s resolution: we are trying give up cigarettes”!! É, antes de mais, um statement arrojado! Marca pontos só por isso. A indústria tabaqueira, ameaçada de muitos lados tenta adotar uma atitude de maior responsabilidade social, ao mesmo tempo que aposta na sustentabilidade do negócio com apostas “mais limpas” para o gesto, ritual e hábito de fumar. A nova visão de negócio passa por assumir que o principal  malefício dos cigarros é o fumo, ou seja o facto de inalar tabaco queimado. Daí que as propostas são no sentido de transferir esse consumo para cigarros eletrónicos e para a mais recente aposta- os cigarros aquecidos. O iQOS (I quit ordinary smoking) propõe-se oferecer uma experiência próxima do tradicional ritual de fumar, mas com efeitos muito menos nocivos. É um gadget semelhante a um telemóvel...

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