“No day shell erase You from the Memory of Time”, Virgil – lê-se num mural de azulejo.

O Mundo nunca mais foi o mesmo.

Em NYC, talvez a pouco e pouco novas torres reconstruam o imaginário do skyline, mas para já do rio, de Brooklyn, de um qualquer rooftop... nota-se “the absence“.

Entretanto há que preservar a memória. E, país recente, os EUA fazem isso com temas pequenas e grandes.

O Ground Zero transformou-se num parque com 2 piscinas para onde continuamente cascatas escorrem água como que para um poço sem fundo que nunca se enche – Reflecting the Absence: a falta das Twin Towers. Os perímetros têm gravados os nomes dos que pereceram naquele dia. em alguns nomes, sobretudo hispânicos, está uma flor…

Entre ambas as piscinas está o ” Nacional September 11 Memorial & Museum”. A escala é enorme.

O acervo inclui fotos das Torres, do ataque, da derrocada, dos dias a seguir; quadros, bocados dos edifícios, a reconstrução das fundações com os vestígios dos pilares que suportavam os edifícios, um pedaço da escada por onde muitos fugiram, restos distorcidos de motores dos elevadores, de colunas, blocos de cimento e metal retorcido, um dos carros dos bombeiros vitimados no auxílio… e as caras, as histórias e as vidas interrompidas de pessoas reais. Todo um #Storytelling sem pudor. Para preservar a memória. Os americanos querem continuar a construir o seu País e manter o seu “american way of life” em cima da sua essência e respeitar o seu DNA, e isso faz-se sabendo-se de onde se vem, e construir o futuro. Com pragmatismo. (*)

Novo complexo WTC, e não fica por aqui...

Novo complexo WTC, e não fica por aqui…

… Ao lado estão a Freedom Tower e o Oculus. Num e noutro a vida continua, business as usual. Fazem parte de um complexo de vários edifícios que substituirão as TT.

“Take the day as an opportunity to go shopping, to be with your children. Do things. Get out. Don´t feel – don´t feel locked in”, Mayor Giuliani, 12 de Setembro 2001.

É este o espírito à volta do Ground Zero – o futuro. A Freedom Tower redesenha agora, na sua condição de edifício mais alto dos EUA, o skyline de NYC, é a One WTC, como a caída torre norte. As demais torres e edifícios estão, uns já construídos, outros em construção e mais virão…

Oculus, by Santiago Calatrava

Oculus, by Santiago Calatrava

Uma pomba que se solta da mão de uma criança – O Oculus (veja aqui a visão de Santiago Calatrava) substitui desde 2016 o “Mall of the WTC” que também desapareceu – o Westfield WTC, é o maior shopping de Manhattan.  Aqui tudo é high-class e high-tech (a maior loja é a da Apple) e embora pareça chocante para quem vem do parque do Ground Zero é o símbolo da projeção para o futuro: aproveitar a presença de milhões de turistas que ali vão e faturar $1billion por ano. É um símbolo da esperança, da oportunidade, do progresso e perseverança. E a estrutura é linda.

 

#MagsFinalTouch (*)  O pragmatismo americano dá esta lição de Marketing – a visão do #MarketingPragmático que é o que melhor alinha com o meu modelo de #InovaçãoÁgil.

Ao mesmo tempo está sempre presente a coerência com a própria essência – Que nos lembremos de desenvolver as nossas #Marcas com o suporte da #EssênciaDePortugal e utilizando cada vez mais um #MarketingPragmático.