THE END.

  1. Entrada a pés juntos – Eu tinha razão! #AmarPelosDois foi um projeto de canção gerido de modo profissional, com atenção a cada detalhe, coerente na autenticidade com que nós portugueses nos vemos, e os outros nos vêem a nós.  Foi o que disse neste post, e de lá para cá a relação de afastamento do #SalvadorSobral em relação ao Festival mostrou à saciedade. E não há nada de errado nisso. É um cantor e músico, com uma agenda, não é o #Salvadorable.
  2. Este evento demonstrou uma vez mais para que serve este país – para este tipo de coisas! O turismo  M.I.C.E (Meetings, Incentives, Conferences, and Exhibitions, embora apareça também muitas vezes com o “E” associado a Eventos e o “C” a Convenções). Estão cá todas as condições… e este turismo deixa um “ticket” diário muito mais elevado que o turista dos charters e dos cruzeiros.
  3. Pessoas. Quando é em grande mobilizam-se os melhores esforços, toda a gente se transcende e tornamo-nos efetivamente os maiores. Como a minha querida Sandra Perdigão Neves, diretora de Operações da Altice que  fala com esta serenidade em pleno “olho do furacão” – vejam aqui. A outra nota fica para a Filomena Cautela, sempre a bombar a valer,  com a autenticidade profissional que é o segredo do sucesso que isto não vai lá com amadorismos, sorrisinhos parvos ou improvisos. Só com improvisos muito bem preparados.

 

#MagsFinalTouch: Não vi nem semifinais, nem finais (só vi as pessoas e todo o fantástico “circo” à volta). Com a excepção, e eu não acredito em acasos, da #PopOpera da Estónia, foi groundbreaking o suficiente. Gostei e achei que dali não ia passar para melhor…. depois de ver o que ganhou tenho a certeza que fico por aqui.