d’ As armas e barões assinalados

Quando era pequena o 10 de Junho era o dia De Camões. Luís Vaz  era a nossa maior glória poética. Era mesmo um herói. Com o tempo o seu dia – 10 de Junho foi-se diluindo  na espuma das efemérides. Camões nasceu no pico da glória, imediatamente antes da derrocada de 1580. Depois de Afonso V, João II, o Afortunado D. Manuel e o hábil D. João III, a Lisboa de D. Sebastião tinha destronado Génova e Veneza. Era uma cidade esplêndida, a 1ª aldeia global. Estava contudo laboriosamente tecida a armadilha de Castela com casamentos cruzados entre ambas as coroas....

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Augustina Bessa Luis: do odiar ou (de passar a) amar

Custou-me a gostar de Augustina. Confesso. Nem sei porquê. Embirrei com a Sibila no secundário, na mesma altura em que andava a “varrer” de Molière, a Tolstoi, de Lawrence Durrell a Boris Vian, de Tolstoi a John Steinbeck, com os clássicos portugueses lidos há anos… Cheguei a #Augustina por uma biografia sua de Florbela Espanca, numa altura em que, tendo conhecido um familiar desta, resolvi aprofundar a sua biografia e obra. E fui por aí fora, e até li a Sibila. E fiquei sem perceber porque não tinha gostado antes, nas aulas de Português, tal como aconteceu com Fernando Pessoa...

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Florbela Espanca, ou Flor Bela de Alma da Conceição Espanca

Flor Bela de Alma da Conceição Espanca: será o nome que nos dão, o rótulo do que iremos ser? Com este nome Florbela só podia ser poetisa!   Minha culpa Sei lá! Sei lá! Eu sei lá bem Quem sou?! Um fogo-fátuo, uma miragem… Sou um reflexo… um canto de paisagem Ou apenas cenário! Um vaivém… Como a sorte, hoje aqui, depois além! Sei lá quem sou?! Sei lá! Sou a roupagem Dum doido que partiu numa romagem E nunca mais voltou! Eu sei lá quem! … Sou um verme que um dia quis ser astro… Uma estátua truncada...

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Festival islâmico de #Mértola

Da #EssênciaDePortugal faz parte este “caldo de culturas” cozinhado ao longo de séculos pelos muitos povos que por aqui passaram, ficaram e dos que fomos conhecer #Além_Mar, nesta fascinante miscigenação que é o nosso #PortugalUniversal Falar nos “árabes” que aqui viveram é generalizar: foram vários povos, com várias culturas, e até várias religiões (Já que falamos de Mértola, aqui existem muitas evidências do paleocristianismo, bizantino, introduzido por árabes cristãos, muito antes da Fundação) Voltando ao Festival Islâmico de Mértola: É um festival do “mundo árabe e alentejano” que de dois em dois anos reúne as culturas dos “povos do Sul” que vivem...

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Salve Regina

A REGINA® é, talvez a marca de chocolates portuguesa a que mais portugueses se sentem ligados Fundada em 1927 em Lisboa foi durante várias décadas a marca com maior notoriedade junto dos consumidores. A inovação logo deste início tanto em produto, na diversidade da comunicação e a ligação ao património cultural, natural e a eventos históricos foram criando um engagement e notoriedade de Marca que, tendo desaparecido do mercado durante algum tempo, levaram a Imperial a relançá-la na Páscoa de 2002. Alguns dos ícones da infância de muitas gerações voltaram e a recuperação do património de memória ainda hoje...

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Coração com brilho de longa duração

O Coração que promete “Brilho incomparável e de longa duração” e que só por isso dá logo vontade de ir limpar as pratas! E os puxadores dos móveis da Avó, uns candelabros e umas medalhas e cenas… O processo é simples: calçam-se umas luvas (o líquido não tem ar de ser “biológico”, e sempre se protegem as mãos de ficarem pretas e a parecer que estivemos a reparar a cambota do motor* de um carro dos anos 70), aplica-se o produto com um pano macio, deixa-se secar (isto são as instruções de uso, mas é preciso esfregar um bocado,...

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