Categoria: Admirável Marketing Novo

Despedida aos 40 por ser demasiado velha. Re-contratada aos 60.

É o #NewNormal? Ou uma diversity washing? É mesmo verdade que os modelos já não precisam passar por critérios rigorosas de altura, tamanho, juventude? É verdade que cada vez mais as marcas recorrem a Embaixadores mais “diversos”: raça, tamanho e idade. Colocar uma modelo novinha como cara de produtos estéticos destinados a mulheres de 50+ anos, não é aspiracional, é só estúpido! Mas a Isabel Rossellini, 20 anos depois de ter sido despedida e substituida pela Juliette Binoche, continua a ser mencionada no research da Marca: os consumidores ainda se recordam dos anúncios protagonizados por ela. Ou seja, tornou-se...

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O pior das resoluções de ano novo – a rabugice dos que querem parar de fumar

Sou virgem. De cigarros. Nunca fumei, nem sequer uma passa, zero, niet, jamé…! Das coisas mais inteligentes que (não) fiz na vida. É menos um cliché nas new year’s resolutions. Ao contrário de meio mundo que começa a listinha com o velho “Deixar de Fumar”. A grande entrance deste ano nessa resolução foi o gigante do tabaco Philip Morris, dona, entre outras, da Marlboro. Ciente do cerco cada vez mais apertado a PM lançou a partir de UK uma nova visão game changer infletindo o rumo com uma visão  de assegurar a perenidade do negócio. A campanha “Our New Year’s resolution: we are trying give up cigarettes”!! É, antes de mais, um statement arrojado! Marca pontos só por isso. A indústria tabaqueira, ameaçada de muitos lados tenta adotar uma atitude de maior responsabilidade social, ao mesmo tempo que aposta na sustentabilidade do negócio com apostas “mais limpas” para o gesto, ritual e hábito de fumar. A nova visão de negócio passa por assumir que o principal  malefício dos cigarros é o fumo, ou seja o facto de inalar tabaco queimado. Daí que as propostas são no sentido de transferir esse consumo para cigarros eletrónicos e para a mais recente aposta- os cigarros aquecidos. O iQOS (I quit ordinary smoking) propõe-se oferecer uma experiência próxima do tradicional ritual de fumar, mas com efeitos muito menos nocivos. É um gadget semelhante a um telemóvel...

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#WebSummit 2 – Rezemos

“Say NO to spray & pray”! Luisa devias era ter feito 1 zilhão de t-shirts! Grande insight! Neste mundo digital é muito fácil espalhar informação, tendências, o que está a dar ou não está a dar…. e até verdades alternativas. Fazem-se ações , promoções e ativações, atingem-se visualizações e likes aos zilhões…. e? Reza-se para que dê certo. Que haja conversões. Que não apareçam os rezingões. Que se ganhem milhões. Mas espalhar o quê? Que spray? Para quê? Em que direção? Isso aí é que é pior! Com sorte ainda se desenhou uma “Estratégia Digital”… mas e antes disso? Onde está o #ConceitoDeMarca, qual a #EstratégiaDeMarketing? Ou abandonemos as perguntas difíceis: qual é o target? O produto e a Marca respondem a que #EstadosDeNecessidade? Qual é o propósito? Qual é a direção do #BrandBuilding? Tantas perguntas e tão poucas respostas…. Rezemos. Para que dê certo. #DontSprayAndPray #NewMarketing #NewMedia #DigitalWorld #Estratégia #AdmirávelMarketingNovo   #MagsFinalTouch: Do #WebSummit, emana, entre outras coisas uma energia, criatividade e vontade de #FazerAcontecer sensacionais! Constata-se a cada passo a vontade e  capacidade de, #Inovar partilhar, globalizar, expandir… de “spray”. De tudo isto resulta apenas aquilo que for estratégico, que responda a #EstadosDeNecessidades de clientes e consumidores, que tenha um propósito. Não basta que um #inovador tenha uma ideia que ele e o seu grupo de amigos acham fantástica e criem uma #StartUp e que depois basicamente “rezem”...

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As lições de #Marketing do Diogo Batáguas

Centenas de milhares de euros já foram investidos em #EstudosDeMercado promovidos, requisitados e utilizados por mim. Confesso. Contudo ao logo dos anos fui aprendendo a ter cada vez mais cuidado na apreciação dos resultados.     Já me referi a este tema a propósito da eleição de Donald Trump e da razão pela qual só as sondagens realizadas pela sua candidatura estavam certas: muitos politicamente corretos só se sentiram à vontade para confessar a intenção de votar Trump quando o entrevistador se identificava como sendo do Staff da sua candidatura… Agora trago aqui outro exemplo do “aproveitamento” que se pode fazer de um estudo de mercado ou de consumo, no caso, suponho que propositadamente mal construído, para permitir tirar ilações abusivas para promover um conjunto de produtos da Viva Melhor. Lembram-se do anúncio do Cogumelo do Tempo com o Roberto Leal? Pronto! Para além da vinculação a celebridades os produtos apresentam estudos, reconhecimentos e galardões… basicamente fantasma… Resumindo há um inquérito que é realizado a consumidores e/ou profissionais (não se sabe bem de quê e em número indeterminado) que se pronunciam em relação a 5 atributos Satisfação (experimentação) Preço / Qualidade Intenção de compra Confiança na Marca Inovação “Grátis até injeção na testa” dizem os brasileiros e portanto, grátis, numa experimentação para um estudo é fácil ser “simpático” e até dar boa pontuação. A pessoa considera-se satisfeita que mais não seja por efeito...

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