Categoria: Admirável Marketing Novo

Millennials – O Diogo Batáguas ajuda a percebê-los um bocadinho

O Diogo Batáguas é um humorista, sigam-no que vale a pena, um Millennial já “entradote”, mas quem o segue é esta geração (*) Inspirado por uma absurda ação de crowdfunding relacionada com a Kylie Jenner lançou um projeto de crowdfunding – o “Projeto Batáguas“, mas a sério, para até o final do ano juntar 10.000€ para distribuir pela Acreditar, AnimalLife e pelo CASA, Centro de Apoio ao Sem-Abrigo, instituição com a qual eu própria colaboro. Em menos de 24h, o seu público mobilizou-se e atingiu o objetivo! Aqui têm os Millennials: Ouvem basicamente os seus interlocutores, relacionam-se com causas e são rápidos na ação. O vídeo de lançamento parece, de início, mais um dos vídeos hilariantes do Diogo, mas depois, ele leva-nos por uma visita a estas 3 instituições, tendo mesmo, com o CASA colaborado: foi ao Aura, um dos restaurantes que apoia com a doação de comida, e noite dentro, vêmo-lo com uma das equipas, fazer uma das “voltas” que todas as noites leva 450 jantares quentes a sem abrigo e famílias carenciadas, só em Lisboa. As caixas de comentários das suas redes sociais dão para várias teses de Mestrado sobre estes”aliens” – os Millennials que tanto assustam os Marketers. #MagsFinalTouch: Marketers que querem conhecer os Millennials e as gerações subsequentes: não leiam livros e artigos da HBR sobre eles (ok, leiam meia dúzia para ficarem com uma ideia), acompanhem-nos nas redes sociais, sigam...

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Quando um vendedor te desliga o telefone na cara…

…depois de lhe perguntares se tem #FormaçãoDeVendas e ele responde:  “a suficiente para lhe dar um curso de boa educação” ? Tenho um aspirador da marca #Kirby. Daqueles caríssimos, pesadíssimos e que compramos quando nos nasce o primeiro filho. A marca contacta regularmente para tentar vender um #aspiradorKirby mais recente e para fazer a substituição de algumas peças. Ontem ligaram-me e tanto insistiram para virem cá a casa antes de férias que marquei para hoje às 14h. Às 14h, ligam-me a dizer que “os colegas” estão atrasados e pedem para marcar às 14h30 ou 15h…  Uma coisa é o início...

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#Eurovisão: the end, 3 coisinhas mais e a Estónia

THE END. Entrada a pés juntos – Eu tinha razão! #AmarPelosDois foi um projeto de canção gerido de modo profissional, com atenção a cada detalhe, coerente na autenticidade com que nós portugueses nos vemos, e os outros nos vêem a nós.  Foi o que disse neste post, e de lá para cá a relação de afastamento do #SalvadorSobral em relação ao Festival mostrou à saciedade. E não há nada de errado nisso. É um cantor e músico, com uma agenda, não é o #Salvadorable. Este evento demonstrou uma vez mais para que serve este país – para este tipo de coisas! O turismo  M.I.C.E (Meetings, Incentives, Conferences, and Exhibitions, embora apareça também muitas vezes com o “E” associado a Eventos e o “C” a Convenções). Estão cá todas as condições… e este turismo deixa um “ticket” diário muito mais elevado que o turista dos charters e dos cruzeiros. Pessoas. Quando é em grande mobilizam-se os melhores esforços, toda a gente se transcende e tornamo-nos efetivamente os maiores. Como a minha querida Sandra Perdigão Neves, diretora de Operações da Altice que  fala com esta serenidade em pleno “olho do furacão” – vejam aqui. A outra nota fica para a Filomena Cautela, sempre a bombar a valer,  com a autenticidade profissional que é o segredo do sucesso que isto não vai lá com amadorismos, sorrisinhos parvos ou improvisos. Só com improvisos muito bem preparados....

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Despedida aos 40 por ser demasiado velha. Re-contratada aos 60.

É o #NewNormal? Ou uma diversity washing? É mesmo verdade que os modelos já não precisam passar por critérios rigorosas de altura, tamanho, juventude? É verdade que cada vez mais as marcas recorrem a Embaixadores mais “diversos”: raça, tamanho e idade. Colocar uma modelo novinha como cara de produtos estéticos destinados a mulheres de 50+ anos, não é aspiracional, é só estúpido! Mas a Isabel Rossellini, 20 anos depois de ter sido despedida e substituida pela Juliette Binoche, continua a ser mencionada no research da Marca: os consumidores ainda se recordam dos anúncios protagonizados por ela. Ou seja, tornou-se...

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O pior das resoluções de ano novo – a rabugice dos que querem parar de fumar

Sou virgem. De cigarros. Nunca fumei, nem sequer uma passa, zero, niet, jamé…! Das coisas mais inteligentes que (não) fiz na vida. É menos um cliché nas new year’s resolutions. Ao contrário de meio mundo que começa a listinha com o velho “Deixar de Fumar”. A grande entrance deste ano nessa resolução foi o gigante do tabaco Philip Morris, dona, entre outras, da Marlboro. Ciente do cerco cada vez mais apertado a PM lançou a partir de UK uma nova visão game changer infletindo o rumo com uma visão  de assegurar a perenidade do negócio. A campanha “Our New Year’s resolution: we are trying give up cigarettes”!! É, antes de mais, um statement arrojado! Marca pontos só por isso. A indústria tabaqueira, ameaçada de muitos lados tenta adotar uma atitude de maior responsabilidade social, ao mesmo tempo que aposta na sustentabilidade do negócio com apostas “mais limpas” para o gesto, ritual e hábito de fumar. A nova visão de negócio passa por assumir que o principal  malefício dos cigarros é o fumo, ou seja o facto de inalar tabaco queimado. Daí que as propostas são no sentido de transferir esse consumo para cigarros eletrónicos e para a mais recente aposta- os cigarros aquecidos. O iQOS (I quit ordinary smoking) propõe-se oferecer uma experiência próxima do tradicional ritual de fumar, mas com efeitos muito menos nocivos. É um gadget semelhante a um telemóvel...

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