Havia quem fosse tirar as fotografias do casamento para os jardins da Gulbenkian!

Houve quem (só) teve contacto com a literatura através das bibliotecas itinerantes da Gulbenkian.

Houve pessoas e projetos geniais que se puderam desenvolver graças à aposta da Fundação.

Entraram e saíram ideias e pessoas que tornaram o país muito mais rico para lá dos 3.000 milhões que constituem os ativos da Fundação.

E muitos usufruíram de exposições, bailados, e concertos porque a seguir à segunda Guerra Mundial, entre 1942 e 1955, Calouste Sarkis Gulbenkian, filantropo de origem arménia deixou testamentada a criação desta Fundação que tem hoje o enquadramento legal de instituição de direito privado e utilidade pública estatutariamente vocacionada para a beneficência, arte, educação e ciência.

Hoje, as conferências, colóquios e exposições de temas para lá dos puramente culturais animam o dia a dia deste polo de atividade onde estão sempre a acontecer coisas. Hoje temos, em Lisboa, pelo menos mais um Museu que não nos envergonha – o Museu Nacional de Arte Antiga (que me perdoem todos os outros, mas esta é a minha opinião), mas enquanto eu crescia, a Gulbenkian era o único local onde se podia ter um acesso cultural à medida da bolsa sempre curta dos jovens da época… e hoje continua a sê-lo.

O Museu Gulbenkian era o local onde se via e continua a poder ver grandes obras da antiguidade, grandes pintores clássicos e contemporâneos.

Por isso esta é uma #MarcaPT2019, uma #MarcaPortuguesa por dia, um nome arménio, mas eventualmente a maior marca da cultura em Portugal

PS: Leia a história alargada da Fundação Calouste Gulbenkian neste artigo do SAPO.

Foto de capa de Pedro Marques | MadreMedia